Trump vai proibir comércio de americanos com empresas ligadas ao Exército cubano

ERIC THAYER  Reuters

Donald Trump prometeu redefinir a reaproximação americana com Cuba, iniciada em 2014 por seu antecessor Barack Obama, depois de meio século de tensões.

Politico.com manifestou que a administração de Trump pedirá um roteiro completo das atividades que desenvolverão na ilha os norte-americanos, que terão que focar em 'uma interação significativa com os cubanos'.

O presidente afirmou ainda que as sanções contra Cuba não serão retiradas até que todos os prisioneiros políticos da Ilha sejam libertados, todos os partidos políticos sejam legalizados e que sejam marcadas eleições livres e com supervisão internacional. "Quando os cubanos realizarem medidas concretas, estaremos prontos, dispostos e capazes de voltar à mesa de negociação do acordo, que será muito melhor ", afirmou Trump.

Leia a notícia na íntegra no site da Veja.

Reduzir as ofertas aos turistas americanos que pretendam visitar a ilha sem autorização oficial, que irá consequentemente travar o turismo dos EUA para Cuba, poderá ser também outra medida de Trump a anunciar esta sexta-feira. "Sabemos o que acontece e lembramos o que aconteceu", acrescentou, observando que "o regime de Castro enviou armas à Coreia do Norte e incentivou o caos na Venezuela" e argumentando que a liberdade em Cuba e na Venezuela seria melhor para os Estados Unidos.

O presidente anunciou que reforçará o embargo contra a ilha e que seu governo adotará novas restrições a viagens de americanos para Cuba e a proibição para empresas norte-americanas de fazer negócios com empresas cubanas controladas pelas Forças Armadas do país latino-americano. "Com a ajuda de Deus, uma Cuba livre é ao que vamos chegar em breve".

Agora Trump está endurecendo a política anterior de Obama, disse Sánchez. "Respeitamos a soberania de Cuba, mas isso não significa que viraremos as costas ao povo cubano", alertou Trump.

O comunismo destruiu todas as nações por onde passou.

Acompanhado pelo vice-presidente Mike Pence e por vários membros do seu gabinete, pelo governador da Florida, Rick Scott, por congressistas de origem cubana como Marco Rubio, Mario Diaz Balart e Carlos Curbelo e representantes da comunidade de exilados cubanos, Donald Trump disse que os dissidentes José Daniel Ferrer e Berta Soler, que não foram autorizados a viajar para Miami, "estão aqui connosco".

O presidente dos EUA agradeceu à comunidade de exilados cubanos por serem a "voz dos sem voz". "Não vamos ficar calados perante a opressão comunista, nunca mais", disse o Presidente, durante uma declaração em Miami, cidade norte-americana localizada a poucas milhas de território cubano.

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