"Sanções da ONU à Coreia do Norte terão 'impacto muito grande'" — Trump

MOHD RASFAN

"No dia que os Estados Unidos se atreverem a provocar a nossa nação com armas nucleares ou com sanções, o território norte-americano ficará submerso num inimaginável mar de fogo", advertiu o diário oficial norte-coreano Rodong Sinmun.

"Faremos uma ação justa e decisiva (contra os Estados Unidos) tal e como já advertimos", diz o texto.

A resolução 2371 da ONU, proposta pelos EUA, visa interditar as exportações norte-coreanas, sobretudo carvão, ferro e pesca, para pressionar Pyongyang a negociar, após o lançamento de dois mísseis intercontinentais em julho. Pyongyang deverá tomar consciência das "privações que escolheu infligir" ao seu próprio povo, destacou. Todos reiteraram o respetivo apoio às recentes sanções aprovadas no seio do Conselho de Segurança. Estimativas afirmam que elas chegam a 3 bilhões de dólares por ano.

No mundo obscuro e mais ou menos contraditório da diplomacia norte-coreana, esta segunda-feira foi uma rara aproximação a um diálogo entre o bloco americano e o do regime da Coreia do Norte.

"Mostram a unidade e a determinação do Conselho de Segurança", acrescentou. Ambos poderiam ter vetado a resolução.

O representante russo, Vasily Nebenzia, destacou enquanto isso que as sanções "não podem ser um fim em si mesmo", mas "uma ferramenta para comprometer o país em conversações construtivas". Elas não incluem, contudo, a venda de produtos petrolíferos da Coreia do Norte.

O projeto também proíbe Pyongyang de enviar trabalhadores ao estrangeiro e qualquer nova associação de empresas e investidores nas atuais companhias binacionais.

"Agora não é hora de diálogo, mas o momento para aumentar a pressão efetiva sobre a Coreia do Norte para que eles tomem ações concretas em direção à desnuclearização", disse o porta-voz do vice-ministro das Relações Exteriores, Toshihide Ando. Normalmente, eles concordam com sanções contra a Coreia do Norte antes de envolverem formalmente outros membros do conselho.

Também foram endurecidas as restrições comerciais tecnológicas, para impedir a Coreia do Norte de adquirir material que possa ser utilizado em programas militares.

A comunidade internacional estava em grande parte convicta de que, apesar de terem se passado 10 anos desde o primeiro teste nuclear de Pyongyang, em outubro de 2006, o país ainda precisava de alguns anos para poder dominar a miniaturização de armas nucleares.

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