Adiado julgamento de certidão de óbito de Eliza e pena de Bruno

Alexandre Guzanshe  EM  D.A Press

O Tribunal de Justiça de Minas julga nesta quarta-feira dois processos relacionados à morte da modelo Elisa Samúdio, em 2010. Se os recursos forem aceitos, o atestado de óbito da vítima pode ser anulado, bem como o julgamento que condenou o goleiro.

Em nota, o Ministério Público da Minas afirma que vai defender que as duas condenações sejam mantidas, mas vai pedir a reestruturação da pena do goleiro, levando-se em conta a agravante pelo mando, perversidade e desvio da personalidade que ele representa. Com isso, a juíza Marixa Fabiane Lopes, da Vara do Tribunal de Júri de Contagem, acatou o pedido.

O argumento utilizado pela magistrada foi o de que o registro civil da morte da vítima resguardaria os direitos do filho dela, além de que a sentença criminal poderia ter o efeito de reparação de danos.

Após análise do recurso, os desembargadores do TJMG entenderam que cabe análise e que o prosseguimento do processo não poderia ter sido negado.

A defesa alega ainda que os 22 anos e três meses impostos a Bruno não condizem com os 15 anos aplicados a Luiz Henrique Romão, o "Macarrão", que também confessou participação no crime.

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