Bitcoin é uma fraude, afirma presidente do JP Morgan

A bitcoin tem passado por uma valorização constante ao longo dos últimos meses em todo o mundo

O fenômeno das criptomoedas, que já movimentam mais de US$ 100 bilhões (R$ 314,2 bilhões) e transformaram o jovem americano Olaf Carlson-Wee em celebridade de Wall Street, nada mais é do que "uma fraude" para um dos homens mais poderosos do mundo, o CEO do banco JPMorgan Chase Jamie Dimon.

O presidente do JPMorgan acrescentou que se os traders do banco andassem a negociar a criptomoeda, seriam despedidos imediatamente.

Dimon comentou que não as pessoas não podem ter um negócio em que conseguem inventar uma moeda a partir do nada e achar que quem está comprando é realmente inteligente. Os motivos: seriam contra as regras internas e também estúpidos. Permite que as pessoas ignorem os bancos e os processos de pagamento tradicionais para pagar bens e serviços.

O executivo analisou que a bitcoin, hoje avaliada em cerca de US$ 4.000 a unidade, vive uma bolha. Após as declarações de Dimon, o valor da moeda, inclusive, chegou a cair 2,7% antes de recuperar. "Então, pode haver um mercado para isso, mas seria um mercado limitado".

Muitos analistas defendem que uma das razões que impulsionou o bitcoin foi a maior aceitação da tecnologia blockchain, que sustenta as transações da moeda virtual.

"Se você estivesse na Venezuela ou no Equador ou na Coréia do Norte, ou se você fosse um traficante de drogas, um assassino, coisas assim, é melhor mesmo utilizar a bitcoin do que dólares americanos", disse ele. "Não me peça para resumir. Eventualmente vai explodir. Honestamente eu estou chocado que ninguém veja o que ela é", finalizou.

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