Pyongyang tinha Guam em mente ao lançar míssil, afirma ministro japonês

Seul encontra gás radioativo após teste nuclear de Pyongyang

O míssil sobrevoou a ilha de Hokkaido (norte) às 07:06 de sexta-feira (hora em Tóquio, 23:00 em Lisboa), precisaram as autoridades japonesas, que indicaram que o sistema de aviso J-Alert foi acionado em várias regiões do norte do arquipélago.

Segundo a Coreia do Sul, o projétil foi disparado de Sunan, onde fica o aeroporto internacional norte-coreano e mesmo local do dispara o Hwasong-12, míssil de alcance intermediário que também sobrevoou o Japão na ocasião.

O míssil não representou ameaça para os EUA nem para a ilha de Guam, um território americano no Pacífico, disse o comandante. A reunião acontece dias depois de as sanções à Coreia do Norte terem sido agravadas, depois de um teste nuclear a 3 de Setembro.

O presidente dos EUA, Donald Trump, foi informado do lançamento norte-coreano pelo chefe do gabinete, John Kelly, anunciou a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

O Conselho de Segurança da ONU comunicou que fará uma reunião de urgência na sexta-feira para discutir o lançamento.

Pyongyang prometeu na quarta-feira acelerar seus programas militares em resposta às sanções "maléficas" das Nações Unidas.

O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, declarou nesta quinta-feira que a China deve utilizar suas exportações de petróleo para a Coreia do Norte como meio de pressionar o regime de Pyongyang, a fim de encontrar uma saída diplomática à crise nuclear norte-coreana.

"Responder à Coreia do Norte desenvolvendo nossas próprias armas nucleares não manterá a paz na Península da Coreia e poderia levar a uma corrida armamentista no nordeste da Ásia", afirmou Moon.

A ONU já tomou medidas mais duras em relação à Coreia do Norte, mas depois de mais este míssil sobre o Japão, será pressionada a ser mais dura ainda.

"Se a Coreia do Norte continuar por este caminho, seu futuro não será radiante", completou. "Esse seria o fim de seu governo e milhares de pessoas morreriam". O lançamento pode ser considerado uma represália às novas sanções aprovadas pelo Conselho de Segurança da #ONU.

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