No DF, mulheres vítimas de violência vão utilizar aplicativo para acionar emergência

Yvna Cordeiro delegada da mulher

As atletas do Nestlé/Osasco estão engajadas na campanha "16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra Mulheres" promovida pela ONU e que integra as ações do "Dia Internacional Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres", neste sábado. As equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social e do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS) estarão orientando os presentes e sensibilizando a população no combate à violência contra a mulher, divulgar os canais de denúncia e principalmente, orientando as mulheres de que elas não estão sozinhas e devem denunciar agressões sofridas como forma de enfrentar essa infeliz realidade.

No último ano, uma em cada três brasileiras sofreu algum tipo de violência, segundo pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do DataFolha. "A essência do tema de hoje 'Não deixar ninguém para trás' é que ninguém deve ser deixada de fora". Isso significa ter mulheres e meninas em de igualdade e incluí-las em todos os assuntos que as preocupam e projetar soluções para acabar com a violência junto com aquelas pessoas anteriormente omitidas, relegadas ou marginalizadas.

No Brasil, a mobilização começou na segunda-feira (20/11), Dia da Consciência Negra, o que amplia a campanha dos 16 Dias para o período de 20 de novembro a 10 de dezembro. Em vídeo no stories (que terá postagens diárias), a levantadora Carol Albuquerque alerta: "O Brasil é o quinto país mais inseguro para mulheres e meninas, e não podemos nos calar". "Ao levar a cor laranja para as cidades, queremos provocar o debate sobre a violência de gênero, buscar formas de prevenção e incentivar mobilizações locais em favor dos direitos das mulheres e meninas", considera Nadine Gasman, representante da ONU Mulheres Brasil.

Um grupo de acivistas sociais realiza no sábado, em Luanda, uma marcha de repúdio à violência contra as mulheres, organizada pelo colectivo Ondjango Feminista que coincide com o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, que se celebra a 25 de Novembro. Mesmo com 11 anos da Lei Maria da Penha, ainda há muito que garantir em proteção às mulheres.

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