Tribunal argentino ordena prisão preventiva de Cristina Kirchner

Juiz argentino pede prisão de ex-presidente Cristina Kirchner

Segundo argumentos governamentais, o acordo bilateral teve como objetivo acelerar as investigações sobre o alegado envolvimento de cidadãos iranianos no atentado contra Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA) na capital argentina em 1994.

O caso de Cristina Kirchner agora será analisado pelo Senado, mas segundo a imprensa argentina, é improvável que a tramitação avance com rapidez. Com a prisão pedida por dois juízes, ele se entregou à polícia.

A ex-presidente, envolvida em vários processos judiciais, obteve uma cadeira no Senado nas eleições legislativas de 22 de outubro e assumiu o cargo no último dia 29 de novembro, o que lhe dá privilégios parlamentares e a impossibilita de ser detida.

O magistrado Claudio Bonadio também pediu que a senadora perca o foro privilegiado, segundo informou nesta quinta-feira (7) jornal "Clarín".

Com relação ao mesmo caso, foi preso em sua casa em Río Gallegos, na Província de Santa Cruz, o ex-secretário de Assuntos Jurídicos e Técnicos da ex-presidente, Carlos Zannini, considerado braço-direito dos Kirchner.

O juiz também indiciou, sem prisão preventiva, mas com a proibição de sair do país, o ex-chefe da Agência Federal de Inteligência Oscar Parrilli, o líder social kirchnerista Luis D'Elía, entre outros. Poucos dias depois de ter apresentado a denúncia, o procurador foi encontrado morto em seu apartamento e até hoje as circunstâncias de sua morte são desconhecidas. A milícia libanesa é aliada do governo iraniano, ambos xiitas.

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