Irã afirma que Trump não sabe qual decisão tomar sobre pacto nuclear

REUTERS  Francois Lenoir

Já na altura, Trump prometeu que iria trabalhar em conjunto com o Congresso para resolver as "graves falhas do acordo", nomeadamente a cláusula que permite o levantamento das restrições sobre o programa iraniano de enriquecimento de urânio para fins militares a partir de 2025.

O acordo nuclear com o Irão foi celebrado em 2015.

San Francisco/Washington - Um juiz de San Francisco impediu liminarmente, na terça-feira, o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de acabar com um programa que protege de.

A Alta Representante da União Europeia (UE) para Política Externa e Segurança, Federica Mogherini, e os chanceleres franceses, alemães e britânicos reiteraram ontem (11) em Bruxelas que a UE e seus países membros defendem e cumprem o acordo geral sobre a situação nuclear iraniana.

O Presidente Donald Trump vai decidir em breve se restabelece ou não as sanções contra Teerão. Segundo o acordo, o Presidente dos EUA tem que certificar o acordo a cada três meses. Os líderes europeus temem que sanções declaradas unilateralmente pelos EUA contra o Irão possam comprometer o acordo entre Teerão e seis potências mundiais. O objetivo é garantir que a UE está firmemente empenhada na prossecução do acordo, desde que Teerão mantenha também a adesão aos critérios estabelecidos, enviando assim importante mensagem a Washington.

Anteriormente, o secretário de Estado Adjunto para os Assuntos do Oriente Médio, David Satterfield, disse em testemunho à Comissão de Relações Exteriores do Senado dos EUA que Washington planeja usar sanções agressivas para diminuir a influência do Irã na Síria.

Ao reunir-se pouco depois com Lavrov, Zarif lembrou que a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) "salientou em múltiplas ocasiões o compromisso do Irã com o JCPOA".

Trump argumentou que seu antecessor, o democrata Barack Obama; negociou um acordo ruim para os Estados Unidos ao aceitar o acordo nuclear.

As conversações de Bruxelas também sublinharam outro ponto de fricção entre os EUA e a Europa, que pode ganhar grande visibilidade no Fórum Económico Mundial de Davos (Suíça), no final de Janeiro. Trump qualificou o acordo como "um dos piores alguma vez assinados" pelos EUA.

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