Ministra do trabalho é inimiga das leis do trabalho — Coisa de golpista

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As informações são do jornal "O Globo", que acrescenta que o ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) já frisou que o Planalto não vai recuar da nomeação por causa da condenação de Cristiane - no caso, em uma outra ação.

A dívida trabalhista que a ministra Cristiane Brasil (PTB) tem com um antigo funcionário é paga por uma assessora dela. A posse está prevista para a próxima terça-feira.

A acusação de descumprimento da lei trabalhista não é a única que recai sobre Cristiane Brasil.

O advogado do motorista disse que mesmo que a assessora faça os pagamentos, a responsabilidade da dívida continua sendo da empregadora: "O devedor é a senhora Cristiane Brasil, que é a reclamada desse processo".

Cristiane foi condenada a pagar R$ 14 mil a Leonardo Eugênio de Almeida Moreira, que trabalhava 15 horas por dia sem carteira assinada para a deputada, conforme alegou no processo.

Ao jornal, o advogado de Leonardo afirmou ser "um absurdo" que o pagamento não seja feito pela conta de Cristiane, também requisitou um esclarecimento da ministra sobre os motivos pelos quais a assessora parlamentar efetuar o pagamento.

"Ironia". Leonardo afiança ter trabalhado para Cristiane de junho de 2014 a outubro de 2015. Mas o pior de tudo é a nomeação para ministra do Trabalho de uma cidadã que não observou os direitos trabalhistas mais elementares de dois de seus empregados, sendo pessoalmente processada na Justiça do Trabalho.

O outro motorista que entrou com ação contra Cristiane foi Fernando Fernandes Dias. Sobre Vera, declarou que ela chefia seu escritório no Rio e a representou na audiência. Além disso, ela "entendeu que o dever de garantir o cumprimento do acordado em termos de pontualidade nos pagamentos" cabia à assessora. "Importante ressaltar que os valores pagos são reembolsados pela deputada, restando quitadas ambas as despesas judiciais e pessoais", completou a assessoria. Vera, que recebe um salário de R$ 10,8 mil, não foi localizada pela reportagem. A secretária executiva ainda é mãe de Carolina Chaves, sucessora de Cristiane na Secretaria de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida no Rio de Janeiro, durante a gestão de Eduardo Paes. Hoje, dirige o Arquivo Nacional, por indicação de Cristiane.

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