Gabriel terá sido estrangulado no dia em que desapareceu

Madrasta confessa ter assassinado Gabriel Cruz

A autópsia realizada a Gabriel Cruz revela que a criança de oito anos morreu por asfixia, causada por estrangulamento, no dia em que desapareceu, a 27 de Fevereiro. A informação é avançada pelo jornal El País com confirmação de fontes da Polícia Nacional, que não confirmam Ana Julia como suspeita, mas antes a revisão daquele caso.

Depois de ter sido apanhada em flagrante a transportar o corpo do pequeno Gabriel Cruz, Ana Julia Quezadas foi detida e o passado desta mulher está agora a ser investigado. Cadáver da criança estava escondido na mala do carro.

Quezada foi parada pelas autoridades enquanto conduzia numa estrada perto de La Puebla de Vícar, a 43 quilómetros de Níjar, cidade no sudeste do país onde Gabriel desapareceu.

Gabriel havia sido visto pela última vez no último dia 27 de fevereiro, em Los Hortichuelas, Almeria.na ocasião, ele deixou a casa da avó para se encontrar com os primos, um caminho bastante curto e que a criança conhecia bem.

O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, escreveu no Twitter as suas condolências. A camisola estava ainda seca, quando havia chovido nos dias anteriores à sua alegada descoberta.

Com esta investigação, uma história do passado de Quezada veio à tona e levantou as suspeitas de que a mulher pode também ter assassinado a filha, em 1996. As autoridades concluíram que se tinha tratado de um acidente.

O desfecho do caso está a causar muita indignação em Espanha já que, durante as buscas, a mulher deu várias entrevistas dizendo que o seu maior desejo era que Gabriel fosse encontrado são e salvo e até partilhou no Facebook uma fotografia da criança na qual pedia que os culpados a devolvessem. "'Se alguma vez vires um desconhecido, corre, não fiques parado', foi o que eu e a avó lhe ensinámos", cita a BBC. A outra possibilidade é por ciúmes que a suspeita teria do menino e da boa relação que seus pais mantinham. A denúncia sobre o desaparecimento de Gabriel só foi feita às 20h.

O suspeito foi então detido para a investigação, mas logo foi descartada sua participação no desaparecimento do garoto. Em declarações à Onda Cero, citada pelo Correio da Manhã, Patricia pediu que "não se fale mais" de Quezada e para "que não se alimente a raiva e se valorizem as boas pessoas". "Não quero que a Ana Júlia apareça em sítio nenhum ou que se façam publicações nas redes sociais repletas de raiva", disse, sublinhando: "o meu filho não era assim e eu não sou assim".

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