Pentágono diz que próximos passos na Síria dependem de decisão de Assad

TV estatal síria diz que 13 mísseis foram interceptados e 3 civis ficaram feridos

Adiantou ainda May que o ataque dirigido à Síria é também uma mensagem para todos aqueles que ponderarem a utilização de armas químicas (de recordar que o Reino Unido acusa a Rússia de estar por trás do ataque ao ex-espião Sergei Skripal e à sua filha com um agente nervoso em Inglaterra).

Após o ataque desta sexta, a embaixada da Rússia (aliada da Síria) nos EUA declarou no Twitter que "tais ações nõa serão deixadas sem consequências".

Na reunião do Conselho do Atlântico Norte, Estados Unidos, Reino Unido e França informaram os aliados de que "a sua ação militar foi limitada às instalações que permitem a produção e emprego de armas químicas" e que a intervenção foi "muito bem sucedida".

Já em 2013 se suspeitava de que as armas químicas usadas em Ghouta tinha sido produzidas pelo Centro de Estudos e Investigação Científica - no ataque ao centro morreram cerca de 1400 pessoas.

De acordo com a Rússia, a defesa antiaérea síria interceptou 71 mísseis de cruzeiro de um total de 103. O governo sírio e a Rússia negam as alegações.

No documento, o republicano afirma que o objetivo da ação militar "era degradar a capacidade dos militares sírios de realizar mais ataques com armas químicas e dissuadir o governo sírio de usar ou proliferar armas químicas".

Na avaliação de Assad, os ataques aéreos lançados após um suposto ataque com armas químicas pelas forças sírias na cidade de Douma unificarão o país. Embora reconheça que esteja "totalmente bloqueado", nas palavras de uma autoridade, que culpa o regime sírio "que se recusa a participar nas discussões", e os russos "que não querem fazer pressão suficiente" sobre Damasco.

A linha vermelha fixada pela França em maio de 2017 foi cruzada.

A França e seus aliados retomarão, a partir de hoje, seus esforços nas Nações Unidas visando a instalação de um mecanismo internacional de estabelecimento de responsabilidades e prevenção de impunidade envolvendo o regime sírio. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu moderação e que os países evitem qualquer ação que possa provocar uma escalada violenta na Síria.

A porta-voz da chancelaria russa, Maria Zajárova, afirmou que, com os ataques dos três países ocidentais, foi um duro golpe contra a capital de um Estado soberano que tentou durante anos sobreviver em meio a uma agressão terrorista.

Não direi quando tivemos a prova.

A Rússia anunciou, entretanto, que vai pedir uma reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU após os ataques ocidentais contra alvos na Síria.

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