Enviado da ONU responsabiliza Israel e Hamas por "tragédia"

Os confrontos na fronteira da Faixa de Gaza em 10 imagens

Morreram já 60 pessoas durante os protestos e mais de 2.200 palestinianos ficaram feridos.

Após a escalada de violência, gerada pela abertura da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmud Abbas, afirmou que os Estados Unidos não têm legitimidade para continuar na medição do conflito entre palestinos e Israel.

Diz que uma tentativa de se aproximar ou atravessar ou danificar a cerca não representa ameaça à vida ou ferimentos graves e não é motivo suficiente para o uso de munição real.

"Novamente, pedimos investigações independentes e transparentes em todos os casos de morte e feridos desde 30 de março". As forças israelenses mantêm-se posicionadas na fronteira entre Israel e a Cisjordânia.

Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, até um recém-nascido morreu após inalar gás lacrimogêneo durante a ofensiva.

Colville expressou em seguida que Jerusalém Oriental foi reconhecida como um território ocupado e que Israel tinha o direito de defender suas fronteiras, mas deveria fazê-lo apenas com armas não letais, ressaltou. "As forças de segurança actuam contra os violentos com gás lacrimogéneo", disse à agência noticiosa espanhola EFE um porta-voz militar israelita.

Antes de retormar as manifestações, palestinos de reuniram em Gaza para os funerais das vítimas de segunda-feira, considerado o dia mais sangrento desde o início do movimento chamado "Grande Marcha para o Retorno", no final de março.

Os mesmos números foram apresentados hoje pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que destaca que os feridos nos confrontos já "ultrapassaram, de longe", a capacidade de atendimento dos centros de saúde locais.

O Governo venezuelano manifestou solidariedade com os palestinianos e condenou a violência israelita junto à Faixa de Gaza, durante um protesto contra a transferência da embaixada norte-americana para Jerusalém, indicou em comunicado. O líder palestino Mahmoud Abbas, como resultado do derramamento de sangue da segunda-feira (14), declarou um luto de três dias.

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